Grã Bretanha

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Grã Bretanha

Mensagem por Uriel Ivanov em Dom 5 Jul 2015 - 15:05



Grã Bretanha

Em seu auge, o Império Britânico estendeu-se por um quarto da terra, mas durante a primeira metade do século XX o Reino Unido viu-se seriamente enfraquecido após as duas grandes Guerras Mundiais. Estas guerras que acreditavam serem de homens contra homens não eram reais, na verdade nunca fora, tudo não passava de um confronto entre o bem e o mal.

Vampiros e caçadores travaram por séculos uma luta pela sobrevivência das espécies, deixando um rastro de sangue por onde quer que passassem, espalhando o terror e horror entre os humanos.

Por um lado os vampiros eram fortes e ágeis, por outro lado os humanos eram muitos. Nem todo humano sobrevivia às transformações vampíricas, o que ocasiona a linhagem limitada da raça, enfraquecendo-a em número comparado aos humanos.

No princípio do século XX deram-se avanços na ciência e tecnologia inimagináveis em eras anteriores. Entre as realizações mais inovadoras deste período estiveram o conhecimento da estrutura do átomo, que levou ao desenvolvimento da energia e armas nucleares.

Armas criadas para diversos fins até mesmo exterminar serem imortais que precisavam ter seu corpo completamente incinerado, ou a cabeça e coração arrancados.

Atualmente os humanos esqueceram do passado oculto sobre um véu de desculpas do que realmente aconteceu. Poucos humanos seguiram com as tradições de linhagem e treinamento de “caçadores”, eles sabiam que os vampiros retornariam e quando isso ocorresse estariam preparados, pelo menos os poucos que seguiam neste caminho.

Seria na Grã Bretanha o inicio de mais uma era de confrontos? Seria neste lugar que estaria oculto o sobrenatural entre os humanos?

Em uma das paredes antiga da cidade apenas um trecho esculpido permaneceria, era um lembrete.


"E quando tranqüila dormires
De tuas formosas face
Sorver o purpúreo.
E enquanto te amedrontares
Conforme eu te for beijando
Tal qual um vampiro beija
E quando enfim tu tremeres
Enfraquecida em meus braços
Caíres quais foras morta;
Então te perguntarei;
Não são minhas lições
Melhores que as de tua boa mãe?"

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucinda Price em Ter 7 Jul 2015 - 20:59

Era mais um dia frio na Grã-Bretanha, o sol se fora e a lua começava seu reinado pelas noites gélidas da cidade. Sentada em uma praça coberta de neve encontrava-se uma jovem estrangeira coberta por longos trajes de inverno onde se dispunha a observar o interior de um bar a alguns metros dali. Seus olhos vasculhavam minuciosamente o interior do estabelecimento a procura de algo que lhe chamasse a atenção.

Apesar de estrangeira, pouco chamava a atenção, seus cabelos castanhos eram tão comuns quanto as folhas das árvores, o que lhe permitia passar despercebida em inúmeras ocasiões e não só nesse país, mas como em outros por quais passara.

Ao longe podia se ver as pessoas bebendo e se divertindo no pequeno bar de esquina, uns riam escandalosamente, outros apenas sorriam sob a luz bruxuleante das velhas lâmpadas sujas pelo mal cuidado.

No grande balcão, empoeirado e envelhecido pelo tempo, notou duas figuras intrigantes que bebiam em seu silêncio analisando o ambiente cautelosamente como se procurassem por algo ou alguém. Um deles parecia vacilante em suas emoções, talvez preocupado... Isso de fato não lhe importava, a não ser as vestimentas características que ambos usavam. O semblante cansado e pensativo não era algo comum para os frequentadores daquele ambiente sempre tão descontraído, talvez fosse porque não fossem simples humanos.

Essas crianças...  Não sabem brincar de pique-esconde.

A jovem levantou-se e encarou o céu. Fechou os olhos por um momento deixando que a leve brisa a beijasse no rosto, fazendo com que seus finos cabelos dançassem com ela, sabia que aqueles sujeitos estavam de olho nela, mas não se importou com os jovens caçadores e assim se pôs a caminhar para algum lugar mais interessante.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Uriel Ivanov em Ter 7 Jul 2015 - 21:26

As peças do tabuleiro haviam começado a se mover, o plano teve seu início, a cidade da Grã Bretanha receberia visitantes estranhos e suspeitos, o que poderia atraí-los para aquela cidade?

O tempo parecia ter parado, onde os costumes antigos haviam permanecido assim como as suas construções em pedra, a lua surgia exuberante no céu, repleto por grossas nuvens que se moviam lentamente ao vento fraco de um inverno mais quente do que o esperado mesmo com a neve que cobria os telhados das casas.

No bar os homens tentavam parecer discreto algo meio impossível para eles, já que se destacavam com facilidade perante aquelas pessoas sorridentes e embriagadas, uma jovem envolvida em um manto de inverno permitia ver com clareza apenas seus cabelos castanhos.

Ela estava naquela cidade tempo demais para reconhecer um forasteiro, parou seus passos apenas por curiosidade, notou o que mais havia no bar, sorriu para sim mesmo após um pensamento descontraído sobre o que viu no bar, encarou o céu e fechou seus olhos deixando alguma coisa invadir seu ser, após uns instantes seguiu seu caminho, enquanto a brisa sobrava mais forte erguendo suavemente seus cabelos que dançavam enquanto se movia com graciosidade e leveza.

Do outro lado outra pessoa adentrou ao bar, parecia uma criança, carregava com sigo um bichinho de pelúcia, e um olhar perigoso de alguém que não dormia há muito tempo, como havia conseguido passar pelo segurança era um mistério, sentou no balcão e o pediu ao homem que limpava alguns copos, um milk shake, o homem riu e disse que não vendia bebida para criança.

Aquele fora seu grande erro em um rompante de fúria com apenas um movimento quebrou parte do balcão todos olharam, a música do bar havia parado, a garota rapidamente agarrou o pescoço do homem,  com falta de ar o homem tentava dizer que faria a bebida dela, os homens no bar estavam observando, um no balcão lado da garota é o outro  que estava no canto de costas para parede.

Do lado de fora todos seguiam seu caminho sem saber o que estava prestes a acontecer, a garota falava com o urso como se fosse uma pessoa, os olhos afiados dos homens discretamente a observavam enquanto todos voltavam a beber e sorrir, assim que a música voltou a tocar, logo não deram mais importância para o ocorridos todos, ou quase todos.

Eles estavam esperando alguma coisa, um sinal, uma ação ou apenas um deslize para realizar aquilo que foram feitos para fazer mais o que seria isso? Parecia haver um conflito interno de que caminho tomar, se levantando um dos homens foi até o outro, como se já se conhecessem disse que pagaria uma bebida.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucinda Price em Qua 8 Jul 2015 - 17:15

Lucinda caminhou algum tempo sem rumo para longe daquele velho bar. Sabia que nele descansavam alguns caçadores e, por hora, não estava afim de conflitos. Talvez no passado - a alguns séculos atrás - teria adentrado no local apenas por implicância... Mas agora? Agora não. Já havia passado da fase de brincar com humanos, por isso só os incomodava em algumas exceções.

No caminho podia-se ouvir o estardalhaço dos clientes que aos poucos ia deixando para trás, não precisava ser um gênio para saber que haviam exagerado nas doses. O vento agora soprava com mais intensidade, fazendo o longo casaco se agitar a cada passo. Aquela noite, apesar de monótona, tinha algo diferente e isso ela podia sentir no ar. Não sabia exatamente o que poderia ser, mas presumia que algo aconteceria, se não naquela noite seria em alguma adiante. Mas de fato, não se importava, não estava aqui em busca do que quer que aguardasse aquele lugar.

Após alguns quarteirões dobrou a esquina de uma rua sem saída e caminhou a passos lentos até um velho portão de ferro, com uma portinhola na altura dos olhos. Parada em frente não demorou muito até que alguém abrisse a portinha e a fitasse com um olhar intimidador.

- O que queres? - gruniu, o que quer que fosse por detrás do portão, rispidamente.

- Abra o portão. - respondeu a jovem, calmamente, atrevendo-se a dar-lhe um sorriso irônico.

- Por que deveria? - respondeu com petulância.

A jovem nada respondeu, apenas fitou o indivíduo que vislumbrou seu olhos que de um azul pálido se converter em duas bolas de fogo rubras, acendendo como dois faróis na rua escura.

- Abra. - ordenou, cortez.

A portinhola fechou-se com um baque violento e logo se pode ver o velho portão se abrir com um ranger estridente. "Seja bem vinda, Lucinda", foi o que o corpulento "segurança" lhe disse ao atravessar a entrada do sujo bar. Lá dentro sentou-se ao fundo de um longo balcão, embaçado e maltratado pelo tempo. Deveria estar ali a séculos.

- Ora, ora, quem é vivo sempre aparece, não é? Ou melhor dizer, quase vivo. - por detrás do balcão um rosto sorridente se fez presente. Um rapaz de aparência jovem e cabelos castanhos caminhou na direção da jovem enquanto enxugava um copo. - O que vai querer hoje, senhorita?

- É bom ver você também, Don. - respondeu com um olhar sarcástico - O de sempre, por favor, meu bom cavalheiro. - riu disfarçadamente.

Don, apesar de seus quase 400 anos mantinha sua forma jovial em ótima forma, conhecidos de longa data, Lucinda apreciava sua companhia e sempre que podia visitava-lhe em seu "boteco".

- Parece que as coisas vão esquentar por aí... - comentou ela ao vento. Enquanto tentava relaxar sob a luz bruxuleante do lugar, relembrou os rostos que vira naquele outro bar, a alguns metros dali, tentando vasculhar em suas memórias se já os tivera visto algum dia...

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Uriel Ivanov em Qua 8 Jul 2015 - 17:26

O animo do bar estava agitado, mesmo com todos falando, comendo é bebendo alguma coisa existia, uma tensão velada no ar, o sol logo surgiria no horizonte, aquele lugar era um dos poucos que fica aberto até quase amanhecer o dia.

A garota que carregava consigo um ursinho de pelúcia e aparentava ser muito nova para esta ali intimidou todos ou parte deles, pois volte e meia olhares seguiam em sua direção discretamente, após quase estrangular o barman com uma força sobre humana para seus braços finos e quebrar  parte do balcão como se fosse isopor, enquanto ela fazia tudo isso nenhum segurança veio ajudar, nem mesmo ninguém se dignou a ajudá-lo mais o que poderia fazer contra aquela garota?

Após o pobre homem concordar em fazer sua bebida ela o largou, enquanto ele tossia e segurava o pescoço se apressou para dentro de uma pequena entrada para preparar o milk-shake, o homem era quase o dobro do tamanho da garota, seu físico não era forte mais também não era nem um pouco magro, com seu corte de soldado e um estranho bigode que mais parecia de leite se não fosse preto, fez todos ficarem tensos.

Um dos homens que estava no balcão se levantou e caminhou lentamente com seu copo na mão ate uma das mesas que estava ocupada por um cara loiro, mas sem tirar os olhos dos movimentos daquela garota de cabelos curtos e postura estranha, o mais bizarro era que ela falava com um ursinho de pelúcia como se fosse uma pessoa que iria respondê-la. Após alguns minutos sua bebida havia chegado ela sorriu como a criança que parecia ser e tomou enquanto seus olhos brilhavam em uma cor estranha, um nó se formou na garganta do barman que sentiu uma gota de suor escorrer pelo seu rosto, seu coração estava acelerado quase para saltar da boca, talvez seu corpo dissesse para ele correr, mas sua cabeça dizia o contrario.

A garota sorria olhando para seu urso enquanto se deleitava com seu Milk-shake, após terminá-lo colocou o copo sobre o balcão e se levantou em silêncio, seu sorriso ficou maligno e suas presas cresciam enquanto se aproximava do barman que não conseguia se mexer. Apenas o balcão o separava da garota, sua boca estava se abrindo, quando escutou um uivo ao longe para muitos poderia ser apenas um cachorro ou lobo, mas ela sabia o que era.

Contra sua vontade retrocedeu, sua face era de irritação, pegando seu urso deu as costas ao homem de bigode de leite preto e saiu para a noite, apenas alguns segundos depois ele se sentiu livre de seu transe e imobilidade, ele se mexeu e relaxou um pouco, após isso imediatamente disse a todos do bar.

— O bar vai fechar em vinte minutos.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucinda Price em Qua 8 Jul 2015 - 17:38

Já passavam das 3h da manhã.  Lucinda virou seu último copo com elegância e levantou-se acomodando o longo casaco sob os ombros.

- Não me diga que já esta indo?  - questionou o charmoso balconista.

- A noite não é mais uma criança, Don - respondeu com um meio sorriso - Gostaria de passar mais tempo em sua companhia, mas tenho assuntos a resolver.

- Ah Lucinda, Lucinda.. - balançou a cabeça em sinal de negação pousando uma das mãos na cintura enquanto a olhava com as sobrancelhas arqueadas  - Se cuide,  as noticias não andam sendo as melhores por aqui, entende...

Um minuto de silêncio fez-se entre eles. Com os olhos fixos um no outro sentiram um odor pungente invadir o salão acompanhado por um uivo estridente, que soara quase como uma suplica a majestosa lua. Lucinda deixou que o cheiro invadisse seus sentidos e sem demora vestiu seu casaco;  colocou algumas libras sobre o balcão e virou-se num instante em direção a saída.

- A gente se vê, Don. Cuide-se!  - disse levantando uma das mãos em forma de despedida ainda de costas, deixando para trás o rapaz que se pôs a passar um velho pano no balcão.

O velho portão se abriu e a jovem agora retomava seu percurso pelas silenciosas ruas da cidadela de volta para seus aposentos. Fazia algum tempo que não alugava um quarto luxuoso, devida as circunstâncias preferia não chamar a atenção sem necessidade, o que fazia dela uma sombra por onde passava, como um gato na calada da noite.

Alugara um velho quarto em uma das partes mais desertas daquela cidade, em uma pousada pouco movimentada. Assim pelo menos sabia que poderia descansar quando o sol raiasse. A maçaneta girou com um rangido. Agora estava em "casa", ou quase, pensara consigo mesma. Do lado e dentro da porta notou algo caído sob o empoeirado tapete de "boas vindas".

- Uma carta? ! - murmurou recolhendo-a do chão para ver a quem era endereçado.

No verso uma letra cursiva, pouco caprichosa trazia os dados do destinatário:

"Para Lucinda P.

Onde quer que esteja."

Seus olhos se estreitaram enquanto vasculhava cada centimetro do pomposo envelope,  afim de encontrar qualquer coisa que a levasse até o remetente, mas nada constava. Por tanto, só lhe restava ler a tal carta. Caminhou até a janela abrindo uma pequena fresta na cortina, deixando que os raios prateados iluminassem o papel.

Em pé na janela sentiu que algo na espreita da noite recaiu os olhos sobre ela. Não sabia dizer quem, pois seu cheiro lhe era desconhecido, mas sabia muito bem o que era...

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qua 8 Jul 2015 - 21:47

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Talvez fosse simplesmente idiotice chamar alguém completamente desconhecido assim, talvez fosse só mais uma perda de tempo, esforço e dinheiro. Mas L acabou percebendo que estava mais do que certo no momento em que o homem sentado o respondeu:

— Estamos cercados

Foi tudo tão rápido, já havia notado que existiam vampiros no local, mas não achava que aquele homem que não tinha postura de caçador, mas sim de um burguês bastante suspeito, não imaginei que ele tinha percebido a presença desses seres, porém dois já tinham saído do bar da onde se podia ver pela janela que mesmo cheia de neve, não atrapalhavam em nada a visão que tinham do lado de fora do bar. Então rapidamente tomou o último gole de seu copo de Jack Daniels, sua garganta doía, mas mesmo com dificuldade de falar por causa da ardência que a bebida causara em sua garganta aquecendo seu interior L disse:

— Notei sim, mas não devemos atacar agora, seria perda de tempo e uma loucura com tantas pessoas, apenas gastaríamos balas e vidas.

Parecia ridículo dizer aquilo, um caçador simplesmente deixar de atacar quando existiam vários vampiros, e sua missão era elimina-los. Mas na verdade L não queria perder a valiosa chance de saber notícias sobre seu mestre desaparecido, tinha passado no caminho por alguns vampiros recém-criados, mas eles não tinham informações relevantes. Mas esses... Pelo contrário eram mais velhos e com certeza teriam informações úteis em minha busca, então falou com uma voz mais clara, já que a ardência já começara a diminuir.

— Não sabia que era um dos “meus”...— Falando assim para ninguém perceber a conversa estranha não queria ninguém perguntando se tinha licença de caçar ou pior para vampiros. – Estranho, devo admitir que com todo o respeito você parece, mas um burguês do que um hunter. Apesar de parecer ofensivo tinha que dizer isso, precisa descobrir quem era aquela pessoa misteriosa um caçador ou só uma pessoa que acreditava em vampiros como alguns supersticiosos que encontrara pelo seu caminho.

Enquanto isso ainda olhava para homem que ficara horrorizado com a menina que quase o matara sem dó ou piedade, realmente era uma vampira de nível elevado o próprio cheiro trazia algo diferente dos jovens vampiros que o atrapalhara em seu caminho sua palidez era muito maior que o normal, outras duas vampiras já tinham passado pelo bar, e também pareciam muita poderosas, além do que L teve que admitir que eram muito belas, assim como era todos os vampiros. Olhou para fora a neve ainda caia, cobrindo o solo de um cobertor branco, mas pouco a pouco os raios fracos, porém bonitos, do sol iam chegando timidamente, mas chegavam mesmo assim.

Talvez a procura de L ainda pudesse demorar, mas pelo menos sua determinação de rever seu mestre permanecia intacta o que o cara ao seu lado pensara de tudo aquilo?

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Uriel Ivanov em Qua 8 Jul 2015 - 23:02

A noite já estava chegando ao seu fim, mas as pessoas do bar ainda não haviam deixado por completamente aquele estabelecimento, todas as pessoas haviam presenciado acontecimentos estranhos aquela noite, mais tudo que se percebia eram sussurros a respeito, o que poderia significar que não era a primeira vez que ocorria.

Não muito longe dali em um lugar mais reservado uma sombra saia de uma porta de ferro, uma silhueta formosa mesmo sobre o grosso casaco que escondia tanto seu corpo quanto sua face, graciosamente caminhas pelas ruas da cidadela que estavam completamente vazias.

O uivo fora suficiente para talvez fazê-la se recolher em seus aposentos, um quarto em um hotel luxuoso, ao abrir a porta notou um envelope no chão à fraca luz do corredor iluminou o papel no tapete. Delicadamente o pegou, olhou minuciosamente para encontrar informações mais nada havia exceto uma pequena mancha preta que dizia:

“Para Lucinda P.
Onde quer que esteja”.


Era tudo que havia no envelope, fechou a porta e caminhou até a janela da outra extremidade abrindo parcialmente a cortina para que a luz prateada da noite adentrasse ao seu quarto, para que pudesse ler. Uma pessoa comum não conseguiria ler com tão pouca luz mais aquela mulher não era uma pessoa comum.

Com o envelope em mãos usou um pego punhal que estava na escrivaninha ao lado da janela, com um movimento rápido e limpo e abriu a borda da correspondência o abrindo rapidamente, retirou o conteúdo apenas uma folha e colocou o envelope e punhal novamente na escrivaninha, enquanto desdobrava o envelope em seguida, e começou a ler.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucinda Price em Sex 10 Jul 2015 - 16:36

Ainda em frente a janela, Lucinda contorceu os lábios ao fim da carta. Amassou o papel entre os finos dedos e o deixou cair. Atravessou o quarto escuro e deitou-se na cama recordando o desagradável convite que a pouco recebera. Não odiava Ivanov e muito menos o amava, apesar que, as vezes, se divertia com seu jeito irônico e mesquinho para com os demais.

No fundo Lucinda não queria partir, mas sabia que não tinha muita escolha. Ou ia até Uriel ou ele viria até ela, de qualquer maneira. O conhecia bem o suficiente para saber o quão inconveniente aquele ser poderia se tornar ao ser contrariado.

Na escuridão Lucinda deixou seu gélido corpo desfalecer sobre a cama com os braços abertos, enquanto encarava o teto com a mente distante. Talvez tenha chego a hora de esquecer o que nem eu mesma sei. Assim, permaneceu até o nascer do sol, imersa em pensamentos vagos e distorcidos  sem saber o que fazer em relação a eles. Se ao menos soubesse onde procurar...

                 
■■■


O dia passara rápido e logo o sino da igrejinha mais próxima badalava 6 horas. A jovem se levantou, passou por cima da carta amassada e abriu uma fenda na cortina observando o crepúsculo por detrás dos velhos telhados. Hora de partir, sorriu desdenhosa.

Tomou seu casaco e enfiou-lhe a nobre adaga em seu bolso. Na saída deixou algumas libras a mais para os donos daquele lugar tão medíocre e partiu noite a fora.

Mas antes de partir definitivamente faria sua ultima ronda naquela cidade adormecida.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Ter 14 Jul 2015 - 13:57

Lawliet D.Dragon(L)

O efeito da bebida começava a fazer efeito sentia-se alterado a cabeça começava a turvar seus sentidos, L queria muito ter bebido um Milk Shake do dono do bar desesperado, ergueu uma cadeira que estava caída, ela parecia quebrada mais de alguma forma que contrariava as leis da física a mesma sustentou o seu peso sem se partir, no chão de madeira antiga um cheiro misturado de gim barato com cigarros se espalhou pelas narinas de L, as cinzas estavam entre as frestas do piso velho, o que não ajudava em nada a aparência do bar e seu cheiro. Olhou para o caçador ao seu lado e falou com toda clareza possível, enquanto tenta fazer-se convicto.

— Acho que está na hora, se quiser venha comigo. ― Secou a última dose de seu copo,  colocando-o  sobre  a mesa do estranho,  saiu do bar deixando algumas notas  pela sua bebida e a do homem que permanecia sentado, apesar de varias doses  o homem parecia firme em seu lugar, o que era um grande prejuízo no seu bolso, visto que precisaria de dinheiro para pagar o que consumia.

Do lado de fora seus olhos procuravam por alguém, ele não queria ir embora ainda, seus olhar varia todos os lados a procura daquela jovem que para muitos poderia ser humana, mas ele sabia o que ela realmente era, uma vampira, mas mesmo assim havia algo de estranho nela algo que atraia L, sua curiosidade sempre foi uma qualidade, mas também um defeito que poderia lhe custar sua vida.

Mas nada encontrou...  Sentido o cheiro do ar livre dissipar o cheiro repugnante do bar, começou a andar pela praça estava caindo pequenos flocos de neve, verificou à hora já eram quase quatro da manhã, as pessoas do bar já se dissipavam talvez a hora de fechar a escuridão começava  a se tornar tons de cinza, onde pouco a pouco o laranja e amarelo iriam surgir, um som o deixou alerta, se virou na direção do barulho um movimento brusco se virou a tempo de ver um vulto avançar em sua frente com um brilho em sua mão, era uma faca, em um movimento automático L segurou a mão do vulto e o jogou no chão o desarmando e torcendo o braço do indivíduo.

A sombra se mostrou ser um garoto, deveria ter uns dezesseis  anos mais ou menos, mesmo com a neve caindo os sentidos de um caçador eram únicos, qualquer som ou ruído era o bastante para ser percebido, o movimento havia torcido o braço do garoto que urrou de dor. L o segurou pela camisa o erguendo enquanto ele gemia coma torção no seu braço.

— Por que fez isso garoto? ― Nos olhos do garoto havia um misto de medo é pânico, ele parecia assustado a voz parecia não sair de seus lábios apenas gemidos incompreensivos, sem muito que fazer L largou o garoto que desabou no chão, retirando um maço de dinheiro do bolso jogo no colo do ladrão que tentara lhe esfaquear.

— Pegue este dinheiro e VÁ! Não tenho certeza mais seu braço pode está quebrado, use isso para ir ao médico. ― O garoto olhou para os olhos de L que não desviou, pegou o dinheiro e saiu correndo para um beco escuro, era ingenuidade achar que aquilo compensaria algo, mais o caçador ainda queria acreditar na humanidade, mesmo sabendo que talvez o ladrão não fizesse o mesmo por ele.

O silêncio dominou o lugar, apenas o piar de alguns pássaros se escutava, o olhar dele seguiu para um dos telhados e viu uma sombra sentada o observando, não se poderia ver nada de sua forma ou estrutura era apenas um empoleirado em um canto.

— Se divertindo ao me observar? — Falou ele tranquilamente enquanto erguia o rosto para ele.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Ter 14 Jul 2015 - 13:59

VULTO

Tudo se seguia para um desfecho perigoso, o que de fato estava ocorrendo? Lucinda havia sido chamada por Uriel, mas ela aceitaria o convite ou apenas fugiria para que nem mesmo ele a encontrasse...

Enquanto isso as pessoas do bar se dispersavam, mas enquanto isso as pessoas do bar se dispersavam, mas L após ser atacado por um ladrão e ter dado um jeito nele, viu um vulto no telhado surpreso mais não assustado ele parecia ter notado ele assim que ele chegará.

— Se divertindo ao me observar?

— Apenas um pouco, pensei que o garoto fosse fazer algo mais interessante, mas o que esperar de pivetes não e mesmo? Então um caçador e assim... Devo dizer que esperava mais.

O vulto parecia debochar de L, mas o que ele realmente queria, seria ele um amigo ou inimigo, seria ele um vampiro? Apenas perguntas sem respostas.


— Sabe por ter sido treinado por quem imagino, pensei que você seria um pouco diferente, talvez em outra oportunidade eu possa ver o que lhe fora ensinado, quero ver se ele lhe passou o necessário, mais só espero que não morra afinal ele não poderá lhe ajudar não e mesmo?

Aquele oculto em um manto parecia conhecer ele e seu mestre também o que isso significava?

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Ter 14 Jul 2015 - 15:01

Lawliet D.Dragon(L)

Após libertar o ladrão se virou: “— O que é isso?” Se perguntou L, mesmo com dúvidas. Diante de seus olhos apareceu um vulto de repente coberto por um manto, sobre um dos telhados, sem demonstrar nenhuma reação L permaneceu imóvel, sentiu  apenas desprezo, ao perceber que o garoto era apenas uma isca, seu punho se fechou, fazendo com que a junta dos seus dedos estralasse de frustração.

Impaciente é se sentindo enganado falou:

— O que quer? Não tenho paciência ou tempo para pessoas estranhas quem falam demais!  

Rapidamente sacou de seu sobretudo uma arma, pelo brilho e tamanho parecia ser um colt levantou para mirar na estranha sombra que permanecia imóvel empoleirado no telhado das antigas casas, mas apenas após se acalmar um pouco percebeu que aquele ser seja quem fosse sabia sobre seu mestre....

Será que ele era a pista que L tanto procurava para encontrar seu mestre? Ou seria isso apenas mais um joguinho, afinal não ele não era do tipo que passava  despercebido por onde passa, algum inimigo talvez... Fora os que caçavam para encontrar aquele que me ensinou tudo que sei.

— Você conhece meu mestre!? Apenas após as palavras saírem dos seus lábios percebeu que para ele conhecer seu mestre só poderia ser um vampiro ou alguma outra coisa...  

Os olhos de L começaram a observar a sua volta, buscando rotas de fugas ouro que ajudasse a vencer aquela misteriosa figura se caso fosse necessário, mesmo que seus olhos  não desgrudavam da figura sobre o telhado.

A uns  400 metros aproximadamente conseguiu ver a entrada de um metrô que passava quase no meio do beco onde se encontrava, era uma roda mais viável se caso fosse preciso fugir, ainda erguendo sua arma para o corpo do vulto que sequer se mexeu. Nos pensamentos de L se perguntava se de fato ele conhecia seu mestre é se sim o que estava fazendo aqui, porque aparecer diante dele e dizer que conhecia o mestre que o treinará?

Independente de que criatura fosse ele não estava preparado ou em boas condições para lutar, havia bebido e seus reflexos estavam lhe traindo, a neve começava a derreter, a umidade crescia no ar assim como o calor que começava a se expandir, duvida e incerteza crescia dentro dele, ele deveria ficar e lutar ou fugir para lutar uma próxima vez?

Qualquer  que fosse a escolha ele poderia perder, um ele perderia sua vida provavelmente e a outra a chance de saber onde estava seu mestre, se ainda estava vivo, mas era um jogo de paciência, mesmo sem ter certeza quem era ou o que era o vulto L não queria arriscar um confronto direto.

Seus pensamentos  o faziam acreditar que  finalmente conseguiria terminar sua busca, que traria seu mestre de volta, e tudo seria como era, e suas perguntas teriam respostas, toda dor, medo e pesar parecia aflorar em seu corpo como se voltasse a ser novamente ma criança pequena que foi salva da morte.

Mais em seu peito o coração batia, uma chama parecia crescer em seu interior o dando força, esta chama era esperança de achar seu mestre aquele que dera um propósito, ligando a sua determinação a chance de fugir parecia se tornar mais distante estava disposto a arriscar sua vida nisso.

— Diga-me! O que sabe do meu mestre Sven? Fale ou te encherei de balas!

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Rhiannon Hefaidd em Qua 15 Jul 2015 - 20:57

Rhiannon caminhava com os seus livros em direção a sua casa. Quando foi abordada por um homem alto, pele branca e cabeços negros. Ao toca-la a garota sentiu um calafrio percorrer seu corpo, já sabia o que aquele ele queria.

- Uma consulta? – Perguntou.
 
- Sim, então você é boa mesmo – Disse o homem, com um ar de divertimento.
 
- Não, você é diferente e “pessoas” diferentes tem me procurando muito ultimamente para consultas – Disse enquanto voltava a caminhar, em direção a uma lanchonete.
 
O homem a seguiu despreocupado, ao entrarem na lanchonete, Rhiannon depositou seus livros e sua mochila em uma cadeira e pediu para o vampiro se sentar a sua frente, enquanto a mesma também se sentava. Uma garçonete apareceu, disseram-lhe que fariam o pedido depois.

- Por que uma lanchonete e não um bar? – disse o homem se divertindo.
 
- Não gosto de bares, clima pesado para uma consulta – Respondeu a moça enquanto retirava da sua mochila um baralho.
 
- Essa é minha primeira consulta de tarô – O vampiro olhava curioso enquanto Rhiannon que embaralhava as cartas. Reparou que ela o fez apenas  cinco vezes, antes de deposita-lo sobre a mesa.
 
- Pense no que quer saber e reparta o baralho em três.

Depois de feito o que foi pedido, Rhiannon, juntou os montes em ordem aleatória abriu um leque com as cartas e solicitou que o vampiro pegasse três. Ela virou as cartas e explicou que a primeira representava o passado, a segunda o presente e a terceira o futuro.

-  As Crianças, um amor ou amizade sincera sem interesses. A Raposa, alguém traiçoeiro que se mantem escondido e estar tramando algo, vai usar palavras ilusórias para conquistar aquilo que deseja, mesmo que prejudique o outro e por último, Os Ventos, momentos complicados a caminho, uma luta confusa, problemas, necessário muito cuidado para não se abatido – A garota fez uma pausa e então perguntou se tinha sido o suficiente.

- Sim, mais que o suficiente – disse a criatura pensativa enquanto retirava um livro de bolso de dentro do seu casaco – Aqui está seu pagamento, obrigado – Quando Rhiannon pegou o pequeno livro, o homem se levantou e foi embora, silencioso.
 
Ao olhar o livro constatou que era sobre os Celtas e que seria de útil. A garçonete apareceu novamente, dessa vez pediu um suco de maracujá bem concentrado, ia precisar dormir bem, pois estava atendendo muitos vampiros ultimamente, o que era cansativo. E pelas tiragens feitas, sabia que algo grande estava para acontecer.

Rhiannon Hefaidd
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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qua 15 Jul 2015 - 21:34

VULTO

As coisas estavam complicadas para o jovem e inexperiente caçador, o vulto diante de seus olhos parecia conhecer seu mestre de algum lugar, mais como ou onde, L não sabia dizer, nunca havia ouvido aquela voz.

Mais isso não impediu de apontar uma arma para aquele vulto sem saber quem era, não cogitou as possibilidades reais de suas ações, desafio quem quer que fosse o vulto. Apenas uma gargalhada irrompeu daquele manto, homem ou mulher? Mesmo com a risada não era possível distinguir pela distância.

– Garoto... Não seja tolo! Seu mestre não lhe ensinou nada? Você se arrisca diante de mim, desafia-me sem pensar nas consequências... Quer morrer? Salte de um precipício seria menos vergonhoso, assim apenas envergonha e desaponta Sven.

Após estas palavras um grande estrondo se escuda ao longe, uma enorme cortina de fumaça se ergue no céu sem estrelas da Grã Bretanha, quebrando a atenção do caçador por uma fração de segundos;

– As peças começaram a se mover caçador... Você e uma aposta perigosa, preste atenção nos detalhes, pois um jogo não e ganho em apenas um único movimento.

Falando estas palavras que ecoaram na noite, o vulto se lançou cair do lado oposto do telhado, desaparecendo na noite, deixando L com suas armas erguidas para o nada, apenas o vento assoprava trazendo consigo o cheiro pungente da fumaça que indicava que algo havia acontecido mais o que seria?

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qua 15 Jul 2015 - 21:57

Lawliet D.Dragon(L)

As sombras da noite ainda dominavam a Grã Bretanha, mesmo diante daquele vulto, um estrondo ocorreu, chamando a atenção de L, enquanto ele escutou as palavras daquele ser se perder no vento.

“― Não importa se eu sou ou não uma aposta perigosa. Irei mostrar para você, seja lá quem você for, que eu sou digno de ser o discípulo do mestre Sven.”

Ao procurar o vulto ele já havia desaparecido, o sol logo iria nascer o negro da noite se tornava um cinza escuro, eram quase cinco da manhã, um som se escutou ao longe parecia ser o som de um locomotiva vindo de longe, L se lembrou de seu passado quando viu algumas crianças indo para a escola. "Que lindo"—Pensou ele enquanto seu foco se direcionava para onde a sombra estava mais adiante uma fumaça expandia no céu.

Seguindo rapidamente para o lugar de onde a nuvem negra vinha, ele sabia que algo estava acontecendo, ao se aproximar viu aquelas chamas consumirem partes daquela casa, seus pensamentos o levaram a época quando era uma criança, sentiu uma tontura enquanto imagens surgiam em sua mente, o levando para outro lugar.

Ele retornou ao passado quando tinha quatro anos, apesar do corpo ser de uma criança sua mente era a de um adulto, ele apenas não podia impedir os acontecimentos, ele caminhava para casa até ver um homem, ele mancava e possuía uma expressão de mal humor, o sangue escorria pelo chão enquanto L se aproximava dele, ele estava assustado sem entender o que estava acontecendo, puxou a perna do homem que pigarreou, olhando para o pequeno L.

Seu rosto havia cortes, mas ele tentava esconder, enquanto limpava o sangue que escorria de sua boca com a manga de sua camisa, tentava cobrir alguns ferimentos com ataduras, a dor parecia dolorosa mais sua expressão era rígida e forte, mas o olhar suavizou ao encarar os olhos do menino diante de si.

Após isso tudo escureceu, quando as imagens se focaram ele já estava com doze anos, seu cabelo estava maior, e parecia desgrenhado a alguns dias, portava uma faca feita de bronze, olhava uma figura pálida na sua frente, parecia estar participando de um treinamento, seu mestre estava o olhando, esperando alguma coisa, mas  o que impressionava era o quanto L estava ferido mesmo possuindo uma faca e o homem de pele branca estava completamente ileso, enquanto o garoto ofegava sem uma única gota de suor. Com a faca em mãos avançou gritando contra o homem.

“― Como pode isso! Eu o ataquei de todas as formas possíveis, mas como posso acerta-lo se mal consigo me aproximar! O homem sem qualquer expressão falou de forma firme e altiva. ”

― Vamos Lawliet, veja só... Eu estou desarmado e facilitando para você. Qual a primeira regra de um caçador? Análise o ambiente antes de agir...

“― Maldição!”.
― Pensava o garoto que não sabia como investir contra seu mestre, estava cansado e machucado, mas tinha que dar um jeito de pelo menos acerta-lo, era uma questão de honra.

Respirou fundo, fechou os olhos e ao abri-los observou tudo a sua volta. A primeira coisa que percebeu foi o solo, o terreno era seco, possuía vários vãos que enganavam, algumas partes pareciam firmes, mas se desfaziam com muita facilidade se focado no lugar certo, além de que era muito difícil se movimentar.

Em sua mente um mapa havia se formado, marcando os locais que o solo era mais firme e os que não eram, pensou que se pudesse investir nos pontos certos poderia abrir uma pequena brecha para aplicar um ataque surpresa contra seu mentor, correndo o mais rápido que podia apesar do cansaço, parecia um ataque direto, Sven o encarou preparado para um contra golpe, mas quando o mestre se antecipou para puxar o braço que empunhava a faca, L pulou para trás rapidamente agarrando a mão aberta de Sven antes que ele pudesse perceber, ele coloca toda sua força para empurra-lo.

Sua intenção era empurra-lo para uma das partes mais sensíveis do solo, o chão não resistiria e cederia, com este momento de distração, naquele único momento se joga contra o seu mestre dando-lhe uma cabeçada e desmaiando devido ao impacto.

Ao se dar conta L de repente acorda e percebe que chegou em uma floresta esses flashbacks que tinha poderiam trazer problemas numa luta,  tentando se manter concentrado, mas quando olhou para aonde estava logo tomou um susto...

― Mais o que!?


Última edição por Fantasma em Qua 15 Jul 2015 - 23:02, editado 1 vez(es)

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Rhiannon Hefaidd em Qua 15 Jul 2015 - 22:34

Rhiannon ao receber o seu suco retirou um pequeno frasco de seu bolso e despejou o liquido incolor no copo. Era uma substância inofensiva aos humanos, mas que mascarava o cheiro de seu sangue, o deixando menos atraente, fazia este ritual duas vezes ao dia. Devido a sua sensibilidade acima do normal não podia ser hipnotizada, pela maioria dos vampiros.

Após a consulta a jovem pagou o que consumira e deixou uma gorjeta sobre a mesa, pegou suas coisas e se retirou do estabelecimento, percebeu uma movimentação na rua, olhou para trás e viu fumaça, em seguida um caminhão dos bombeiros passou em alta velocidade. Observou as pessoas que estavam na direção do incêndio, não sentiu nada de diferente. Mas ao retomar para casa avistou uma jovem ruiva a sua frente, uma forte pontada atravessou sua cabeça que quase a fez gritar de dor, sentindo-se tonta decidiu desviar de caminho entrando em uma das ruas que levava a sua morada, conforme se afastava da ruiva ia se recompondo. 

 
Ao chegar à pensão, onde chamava de  lar, dirigiu-se aos seus aposentos colocou suas coisas no chão, trocou-se e foi até a janela para observar a noite, mas quando olhou pela cortina, avistou um vulto em cima de um telhado não muito distante dali, não sabia se o mesmo a encarava ou estava de costas, até desaparecer na noite. A garota ficou observando o horizonte por tempo indeterminado tentando digerir e se questionando o que acabara de ver, quando saiu de seus devaneios reparou que ainda havia vestígios de fumaça adiante. 
 
Vencida pelo cansaço, trancou a porta e deitou-se, afinal usar seus dons consumia muito de sua energia.
 

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qua 15 Jul 2015 - 23:05

Lawliet D.Dragon(L)

As chamas consumiam o casarão, enquanto os bombeiros tentavam apagar o fogo uma multidão se aglomerava em volta para ver o espetáculo, labaredas de chamas dançavam na noite, o céu escuro estava sendo tocado pelo brilho laranja e vermelho do fogo.

O vulto deixara L sozinho, enquanto o mesmo notará a fumaça e se direcionava até o local para saber o que havia acontecido, não muito longe dali, uma jovem se via perseguida por um ser noturno, uma jovem de cabelos vermelhos a seguia, mais a jovem não era ingênua e sabia como escapar das garras dos mais curiosos que tentavam segui-la.

A jovem de cabelos vermelhos como o fogo que transformava em cinza, tijolo, madeira e concreto da casa se viu entretida com um outro passa tempo, um vulto negro, saltando os telhados chamou sua atenção o sorriso retornou a sua fase enquanto o seguia.

Mais o vulto era irreconhecível, se fosse um vampiro,lobisomem ou humano era difícil diferenciar, pois tudo nele estava mascarado, o sorriso da jovem mudou ao se aproximar mais daquele que se misturava as sombras da noite, parou hesitante enquanto o vulto ficava de costas sem se mover, a jovem perguntara quem era o indivíduo e o cheiro que sentia a fez franzir a narina mesmo que não fosse necessário respirar.

Mais como as poucas coisas que o mundo humano oferecia era os mais diversos aromas, e este mesmo sentido a traiu fazendo os pulmões inflarem com o cheiro repugnante de quem quer que fosse aquele ser.

Sobre todos os olhares cotidianos e suas preocupações, olhos observavam a movimentação em todas as direções, a fumaça do incêndio havia trazido formas fantasmagóricas ao céu, retirando aquela tranquilidade por um cheiro forte de queimado.

Lawliet finalmente conseguira chegara ao local, o fogo já estava sendo contido e os moradores começavam a dispersar, apesar de ainda existirem os mais amedrontados por assim dizer, gritavam desesperados, mas porque tudo isso agora? Porque justamente naquele momento a casa pegara fogo? Aquilo não era uma coincidência.

— Está na hora de brincar de pique esconde. — Sorriu L, tudo era tão óbvio, provavelmente aquela sombra deve ter alguma coisa a ver com tudo que aconteceu, isso significaria que ele não estaria sozinho?

Olhando para todas as direções estava procurando por alguma pista ou sinal que o levasse ao suspeito, mas nada fora do normal fora encontrado, apenas uma mulher se afastando da multidão completamente despreocupada, sua postura não era de uma pessoa comum, haviam características que poderiam ser percebidas apenas com um olhar.

“— Poderia ela ser uma caçadora? Ou pior... Um vampiro?”

Aquela cidade parecia estar tomada por seres sobrenaturais, era incrível que a população não havia percebido isso ainda, se voltando para realidade Lawliet pensou consigo mesmo.

“— Não posso ficar perdendo tempo pensando nisso!”

Retornando seu foco para as chamas que estavam sendo pouco a pouco apagadas com a ajuda do corpo de bombeiros, decidiu segui-la apenas para confirmar suas suspeitas, a noite parecia não ter fim, repleta de eventos inesperados um atrás do outro.

Notou ela acompanhar a  distância uma jovem que desapareceu em uma ruela, a garota de cabelos vermelhos, se viu parada por um tempo, até seus olhos capturarem algo se movendo nos telhados L, também percebera, era o mesmo vulto que ele havia encontrado, ela começou a segui-lo.

Lawliet a seguiu a uma distância segura, a poucos metros eles pararam, se escondendo em um beco L começou escutar a conversa dos dois.

"— Quem e essa sombra?”

Em sua mente perguntas não paravam de se formar, procurando uma forma  de descobrir quem era aquela pessoa que debochara dele antes, seria amigo ou inimigo?  Isso não importava mais, o que era necessário saber era quem ele era é o que ele sabia sobre o seu mestre, não podia deixar ele escapar, aquilo era o mais próximo que chegaria de descobrir alguma coisa sobre Sven.

Tanto tempo de procura agora poderia ser recompensado se descobrisse uma forma de arrancar informações da figura misteriosa.  O local aonde se escondia era sujo e mal cheiroso, é pouco  iluminado permitia que ladrões se escondessem com facilidade, não seria seguro pra ninguém entrar naquele lugar.

Tentava escutar a conversava para descobrir quem era aquele vulto, mas não estava se saindo bem, arriscando-se em uma aposta perigosa, saiu de onde estava e caminhou até eles com um sorriso confiante nos lábios, seus passos eram lentos, a possibilidade de ser morto se os dois fossem vampiros eram enormes, mas não poderia esperar após chegar tão longe.

Se o seu mestre estivesse em perigo ele precisava saber, tinha que descobrir o que havia acontecido e apenas aquela sombra parecia ter alguma coisa útil a ser dita, as palavras estranhas ditas por ele antes de desaparecer poderia ser um alerta, de que algo ainda mais perigoso estava se aproximando, ou apenas estava debochando da cara dele, mas qualquer que seja a afirmação correta não deixaria ele escapar.

A jovem estava de costas para L, ela não se virou permaneceu imóvel encarando o vulto.

— Desculpe interromper a reunião, mas tenho perguntas para aquele vulto ali, se incomoda de participar da conversa?

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qua 15 Jul 2015 - 23:13

Sven Nykvist

Grã Bretanha

Após algumas horas de estrada Sven finalmente chegará a Grã Bretanha. Não estava cansado, bebeu alguns saquinhos de sangue pelo caminho. Faltam ainda algumas horas para os primeiros raios do dia. — Preciso reabastecer meu estoque de sangue. — O caçador possui um fornecedor na cidade. Antes de iniciar cada viagem ele realiza a encomenda com o fornecedor.

— Esse fornecedor não é credenciado na Organização. Eu o encontrei em uma missão a anos atrás. O sangue fornecido por ele é de primeira qualidade, com um só saquinho me sinto 100%.— Pensa Sven enquanto dirigi por umas das ruas principais da Grã-Bretanha. Escuta ainda longe o som de sirenes, bombeiros. — Algum acidente.

O caçador não precisou nem sair de seu carro. Uma rua de pouco movimento foi o local combinado por ele para encontrar com o fornecedor. Todo o processo foi rápido, em uma velocidade que só vampiros possuem. Teve até prova de gota de sangue para atestar a qualidade. —  Muito bom, tome o seu dinheiro. Entro em contato a qualquer hora.

De volta a rua principal mais a frente Sven descobriu o porquê das sirenes do bombeiro. Na rua ao lado foi possível notar a claridade causada por um grande incêndio em um casarão. —  Um incêndio de grandes proporções. — Mais próximo da rua do casarão o caçador visualiza de dentro seu carro na calçada três figuras.

— Huumm. — Sven encosta o carro próximo ao meio fio. Desliga o motor, ainda longe observa as figuras, parece que conversam. O caçador vampiro observa com atenção, logo percebe que duas das figuras não são humanos. A terceira figura sim, um humano que Sven logo reconheceu. É seu ex-aprendiz, Lawliet. — Lawliet, será que ele sabe o perigo que aquelas duas figuras representam?

Seu ex-aprendiz não se encontra em uma boa posição. Sven pensa em ir até Lawliet, mas desisti, ainda não chegou o momento de se encontrarem, confia que Lawliet está a par da situação que o cerca. Sven está intrigado com umas das figuras não humanas. — Essa figura é perigosa. Mas acho que sei quem é.

O fogo não chama a atenção do caçador. O que roubo sua atenção foi aquele encontro. Decidi ficar por mais alguns minutos parado ali, por trás da películas escuras de seu carro observando a situação. Sven é um caçador, uma das figuras é com certeza um vampiro, mas ele não irá atacar. Não está em uma missão.

Não poderá ficar ali por muito tempo, precisa encontrar seu contato da Organização na cidade. Sven ainda precisa receber um “sms” informando o local que deve encontrar o contato.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Rhiannon Hefaidd em Qua 15 Jul 2015 - 23:27

Rhiannon dormiu por algumas horas, mas acordou ao ter mais um sonho, como acontecia todas as noites. Acontecer Para a jovem esses sonhos transformaram-se em rotina e cansou de interpreta-los por mais que eles a perturbassem.

No sonho ela andava por um beco escuro, quando ouviu um estralo atrás de si, olhou para trás, mas não viu nada quando se virou novamente, o vulto estava lá, a garota deu um pulo de susto e no mesmo estante a criatura segurou seu pescoço com uma mão, com tanta força que não conseguia respirar, entrou em desespero, lutava para se soltar e ao olhar além do seu agressor sem rosto avistou uma cabeleireira ruiva que se encontrava a alguns metros, tentou pedi ajuda, mas a voz não saia quando começou a perder a consciência foi jogada e pressionada contra a parede, sentiu uma dor aguda no pescoço e algo molhado percorrer sua pele. 

Transtornada, Rhiannon esfregou os olhos e depois colocou a mão sobre o pescoço ao lembrar que já fora mordida uma vez. Respirando fundo, levantou-se foi até o banheiro, onde pegou uma cartela de comprimidos no armário, ficou olhando os calmantes enquanto discutia internamente se os tomava, não queria desenvolver alguma dependência desnecessária.

- Não posso tomar isso e foi apenas um sonho – disse para si mesma.

Largou o remédio na pia, estava inquieta, queria ar fresco, mas sabia que sair àquela hora da madrugada era loucura. De pijama dirigiu se até escada que dava acesso ao andar de baixo e se sentou em um dos degraus, ficou olhando para a entrada da pensão a sua frente como se estivesse a espera de alguém que acabaria com a sua solidão.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qui 16 Jul 2015 - 20:26

VULTO

A noite estava muito agitada na Grã-Bretanha, as chamas de um incêndio que não parecia ser um acidente começavam a perder sua força, o cheiro de cinzas preenchia o ar, localizar ou identificar alguém pelo olfato não era mais uma tarefa tão fácil.

A jovem de cabelos vermelhos encarou o “sombra” que permanecia imóvel diante de sua presença, o cheiro daquele ser misterioso era uma incógnita, será que de fato ela estava sentido seu cheiro? Ou apenas uma mistura.

Após se afastar a jovem se apresentou, revelando nome e sobrenome a um desconhecido, de fato os vampiros possuíam grande confiança, afinal um nome pode dizer muito, revelar mais ainda, com poder de causar ate mesmo a morte. O vulto permaneceu imóvel, até o manto que o cobria se mexer enquanto o mesmo se curvava levemente para a bela vampira.

― Então es a senhorita Rockenbach... Pensei que estava morto, difícil imaginar que esteja viva. Ainda mais sendo uma vampira, creio que seus ancestrais devam repudia-la por ser o que é  hoje não e mesmo?

Falou retornando a sua postura, firme e ereta, mas suas palavras logo foram rebatidas por mais palavras, mas desta vez pela mulher dos cabelos de fogo.

― Diga-me, estou curiosa qual o motivo de estar me seguindo, o que quer comigo?

O rosto da jovem parecia serio, apesar de seu ar superior, encostou-se na parede, cruzando seus braços, novamente um sorriso se revelou sobre aquele grosso tecido que escondida quase toda a face daquele a sua frente.

― Não seja presunçosa! Acha que estou te seguindo... Acho que você que veio atrás de mim é não o contrario, não é mesmo? Apesar de conhecer sua família, não tenho interesse em uma renegada, pelo menos não por enquanto.

Enquanto dizia isso, havia notado um vulto tentando se ocultar. Tolo se acreditava que estava escondido tinha muito que aprender, Sven deveria ter abandonado ele por isso, o vulto podia sentir o cheiro humano dele até sobre a fumaça, afinal o tolo estava contra o vento, mesmo sem isso poderia tê-lo ouvido, um caçador experiente também o teria.

Saber se ele era louco ou apenas idiota era uma pergunta a se pensar, pois o imprudente apenas saiu das sombras que sequer o ocultava e se aproximou do vulto e da jovem de pele clara que estava escorada na parede.

― Ingênuo! Você de fato me surpreende moleque... Não sei se quer bancar o corajoso ou morrer como um idiota, bem qualquer que seja a escolha não caberá a mim decidir, o que tinha para dizer já foi dito.

Dando as costas aos dois sem se importar se a jovem iria atrás dele, disparou para ruas e vielas, ele parecia conhecer bem todo o lugar não iria ser fácil encontra-lo a menos que ele permitisse isso.

Enquanto corria percebeu um carro parado, ele sabia quem se encontrava ali mais não se dê teu, seguiu seu caminho desaparecendo, o sol logo iria nascer deixando para trás os indivíduos desapareceu na cidade como uma nuvem se dissipando no céu.

Outras peças se moviam em outros cantos daquela cidade, mesmo sem saberem estavam fazendo os movimentos que seriam a chave para quebrar ou unificar uma lenda, uma profecia ou uma catástrofe, chame como quiser, mais a verdade era que algo grande estava chegando.

O celular de Sven vibrou em seu bolso... Era uma mensagem de seu contato.

“Bem vindo a Grã Bretanha. Gostou do que viu hoje? Bem vamos nos encontrar amanha as 8:00hrs no restaurante próximo ao hotel onde estará hospedado, você já tem as coordenadas, ao chegar me espere, você não me acha eu acho você!”

A ruiva se virou, percebeu o homem que havia visto mais cedo. Mais não tinha notado presença ali? Estava não focada naquele sujeito, e em sua busca tão desesperada por respostas que havia deixado em uma situação potencialmente perigosa, poderia ter morrido com tanta facilidade, seria a morte naquele instante tão triste, finalmente encontrara alguém que pudesse lhe pudesse proporcionar a indulgência a seu pecado e morrer ali sem suas respostas não era uma opção.

O "sombra", após dizer aquelas palavras se virou e se catapultou para cima do prédio ao lado, a garota se virou rapidamente gritando.

― Espere! Ainda não terminei de falar com você, volte!!

Pulando  no topo do prédio a ruiva vez  menção de segui-lo, mas ao chegar lá, notou que aquele homem não era o único que estava atento no que acontecia naquela ruela, haviam outros, mas eles não se interessava. O céu também já apresentava uma grande mudança, conferi meu relógio de bolso para confirmar minhas suspeitas.

― Droga, não tenho tempo, só faltam alguns minutos para o nascer do sol...

 Desapontada, encarou a direção que o misterioso tomou  e suspirou tomando o caminho contrario para sua morada moradia falando:

―  Dessa vez você escapou, mas da próxima quero minhas respostas do jeito que for.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Fantasma em Qui 16 Jul 2015 - 20:42

Sven Nykvist

Grã Bretanha - Amanhecendo

Sven observava por alguns minutos de dentro de seu automóvel o encontro entre as três figuras. Seu ex-aprendiz Lawliet parecia um tanto ansioso, não estava em uma boa situação  ou posição. Não havia sido dessa forma que o caçador o tinha ensinado a abordar criaturas da noite. — Lawliet desse jeito você pode acabar em sérios problemas. Talvez eu precise te treinar novamente.

Havia muitos barulhos, Sven tentou se manter focado na conversa que seu ex-aprendiz se inseriu perigosamente. Mas não estava sendo tarefa fácil escutar algo, a rua estava tomada por sons e cheiros. A proximidade do amanhecer do dia também enfraquecia grande parte de suas habilidades de vampiro. Para sorte de Lawliet a conversa parecia ter chegado ao fim sem graves consequências.

O caçador percebeu que não conseguiu se ocultar de uma das duas criaturas da noite presentes.
— Ele sentiu minha presença, conseguiu detectar minha posição. Não é uma criatura qualquer, preciso retornar a esse local na próxima noite... —Sven ficou intrigado com a criatura, ele não determinou que criatura era, mas tinha quase certeza que se tratava de um vampiro com muitos anos de morte.

Os primeiros indícios do novo dia começavam a surgir, em poucos minutos o ambiente seria tomado por uma claridade mortal para o caçador. Ele precisava sair rapidamente dali, se proteger da morte definitiva. Quando seu celular emitiu um alerta. — Preciso ver do que se trata, talvez seja o meu contato aqui na Grã Bretanha. Mas antes de ver preciso sair daqui.

Na cidade existem muitos esconderijos da Organização. Sven foi para o mais próximo do local que se encontrava, um hotel de fachada. Protegido da claridade, no subterrâneo do esconderijo o caçador leu a mensagem que chegou em seu celular. — Se gostei do que vi? Uma pergunta um tanto peculiar, até parece que queria que visse tudo aquilo, mas até que não foi ruim. Encontro ás 8:00 hrs? No restaurante perto daqui.

Enviou outra mensagem confirmando o recebimento é seu comparecimento ao restaurante, mais antes precisaria descansar, se alimentar de algumas bolsas de sangue estocada em um mini geladeira que fora um pedido seu da associação. A noite não demoraria a chegar.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Rhiannon Hefaidd em Sex 17 Jul 2015 - 2:16

Sentada no último degrau da escada, Rhiannon se lembrava das palavras que sua mãe lhe disse antes da sua jornada em busca de respostas.

“O caminho que deve seguir é mais simples do que imagina, você está perdida por causa das expectativas que lhe depositaram. Agora, te dou a liberdade para se encontrar. Aqui não há nada, apenas uma vida pacata e cheia de regras, o que precisa mesmo é de conhecimento, experiências, desafios e então irá se deparar com o seu propósito nesse mundo. Não sinta medo, você é forte”.

Quase cinco anos se passaram é muitas coisas conheceu, mas não tinha encontrado ainda seu propósito. Seu conhecimento e habilidades eram mais usados para se defender do que para ajudar as pessoas, tudo que aprendeu durante este tempo não era suficiente.

Sentiu um calafrio percorrer seu corpo e no mesmo instante ouviu duas batidas suaves na porta que se abriu em um rangido agudo e antigo, uma sombra ganhou forma. Por algum motivo não sentiu medo, permaneceu ali sentada, observando apenas, devagar alguém entrou um homem que parecia analisar o ambiente mal iluminado. Quando seus olhares se encontraram, a garota viu uma luz contornar aquele que acabara de chegar – “Aura” – pensou consigo mesma e sabia que aquilo não devia passar despercebido.

Ele sorriu, trajava apenas uma calça jeans, uma camisa branca e uma jaqueta marrom, obviamente parecia está se divertindo seus lábios se moveram para dizer algo, foi quando, sem pensar duas vezes, Rhiannon se levantou e deu as costas ao homem dirigindo-se ao seu quarto, deixando-o sozinho, não se importou em saber se ele era perigoso, porém algo a tranquilizava, caso fosse uma ameaça teria notado naquela intensa troca de olhares.
 
Seu quarto ficava depois do cômodo onde os donos da pensão descansavam, sem analisar se era educado ela bateu na porta comunicando com a voz rouca:

- Há um novo hospede aguardando na recepção.

Não esperou por uma resposta seguiu para o seu aposento. Sentindo o rosto queimar, entrou no quarto e trancou a porta, respirando fundo com o propósito de se acalmar, analisou que o fato de ser capaz de enxergar uma aura não era novidade, mas que a troca de olhares a perturbara, para ela era como se previsse a promessa novidades. Caminhou apressada até sua cama e se jogou nela. Sabia que aquilo ia ser motivo de piada e mesmo frustrada sorriu, por algum motivo àquela situação embaraçosa a alegrou. Ao questionar a sua inesperada mudança de humor, viu-se forçada a se concentrar para manter seus pensamentos centrados, por um momento cogitou ir discretamente se desculpar em relação ao seu comportamento rude, mas sendo ele um estranho e a hora avançada da madrugada a atitude mais sensata seria permanecer quieta, caso houvesse outra ocasião se desculparia. Após uma breve meditação, a jovem percebeu que encontrava-se mais tranquila e que o sono retornara, quando finalmente dormiu o dia já estava prestes a nascer.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucian Daiki em Sex 17 Jul 2015 - 18:16

Após o incêndio em uma pequena área mais isolada estava movimentada, com pessoas estranhas, a mulher de manto azul questionava o vulto negro que não se intimidava pela mulher que deixava revelar pequenas mechas vermelhas de seu cabelo. Depois de trocar algumas breves palavras o vulto negro desapareceu entre os prédios é ruelas daquela cidade, a jovem apressada em segui-lo subiu em um dos prédios, mais nada encontrou, ele havia desaparecido.

Seu foco era tanto que não deu sequer atenção ao jovem que os interferira, mais ao olhar para ele havia desaparecido também, deveria ter seguido aquele que se ocultava com o manto.

Sem dar muito a importância seguiu rumo a seu abrigo onde poderia estar protegida, do sol que logo nasceria o jovem caçador deveria ter seguido aquele que se intitulava como “sombra” se ele encontraria ou não o que procurava era uma pergunta que ainda não havia resposta.

Não muito longe dali um carro parado observava tudo sem se envolver diretamente, parecia estar intrigado pelo que se passava, assim como conhecer alguém entre eles, após todos desaparecem seguiu seu caminho fosse ele qual fosse.
Enquanto isso em uma área distante de tudo aquilo que estava acontecendo em uma pensão uma jovem jazia sentada em um dos degraus da escadaria pensando em lembranças que a fazia se perder em imagens e sentimentos, ao qual saiu de seu transe ao ouvir duas pequenas batidas na porta que foi seguida pela maçaneta girando, uma sombra adentrou o lugar, a porta rangia ao ser aperta.

Diante dela um homem apareceu, ele observou o lugar rapidamente até encontrá-la sentada, seus olhos se conectaram, ele abriu um sorriso para ela, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa ela se ergue rapidamente dando as costas ao homem e desaparecendo nas sombras do corredor acima das escadas rapidamente. Qualquer palavra dita ficou perdida no ar, pois ela já havia sumido de seu campo de visão.

Sem cerimônia ele adentrou ao lugar fechando a porta, caminhou ate o balcão depositou a mochila no chão é tocou uma pequena campainha que ecoou pelo recinto.

No mesmo instante uma mulher de meia idade, por volta de seus quarenta anos desceu as escadas, bocejando devido ao sono é o horário.

— Posso ajudá-lo? ― Perguntou a mulher sem olhar direito para ele atravessando para o outro lado do balcão.

— Espero que sim, gostaria de alugar um quarto, sei que não é a melhor hora mais é que cheguei agora a pouco da rodoviária. — Disse o jovem tentando ser o mais simpático possível.

― Não se preocupe... Isso não é incomum de acontecer aqui, muitos hospedes chegam a Grã Bretanha tarde devido ao fuso-horário, sem contar que nossa pensão é um dos poucos lugares com preços razoáveis.

Se aconchegando dentro de seu grosso casaco, que parecia ser a única coisa sobre seu corpo Além de uma camisola, ela abriu um grosso caderno de capa dura, onde ficavam os registros dos hóspedes, começou a preencher os dados após pedi-los ao rapaz e depois pediu que ele assinasse, na linha pontilhada, no lugar ele escreveu seu nome: “Lucian Daiki”.

― Muito bem senhor Lucian... O seu quarto fica no primeiro andar ao lado da jovem que avisou que o senhor havia chegado, o número do quarto é o numero doze aqui a chave, o pagamento é adiantado.

Retirou algumas notas do bolso e depositou sobre o balcão, ela pegou e entregou a chave para ele,  sorrindo pegou sua mochila é subiu os degraus para seu quarto.


Última edição por Lucian Daiki em Sab 18 Jul 2015 - 13:01, editado 1 vez(es)

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Rhiannon Hefaidd em Sab 18 Jul 2015 - 0:38

Após a noite passada e o hospede inesperado, Rhiannon conseguiu dormir algumas poucas horas no relógio marcava 08:00 horas quando se levantou ainda cansada mas sem sono, seguiu até o banheiro, enquanto trocava de roupa e penteava seu cabelo pensou consigo mesmo.

" Vou para a biblioteca, aproveitar melhor meu tempo".

Espreguiçou-se esticando os músculos, a água quente de seu banho permitiu relaxar a musculatura tensa da noite anterior, olhou pela cortina e viu que o sol estava começando a esquentar, trajando apenas uma regata branca, uma jaqueta e calça jeans azul escura, calçou um tênis, fechou novamente a cortina, optou por usar o cabelo preso, para que não ficasse caindo sobre seus olhos enquanto lia.

Estendendo a toalha agarrou sua mochila e saiu do quarto o trancando em seguida, caminhou lentamente pelo corredor ainda se lembrando da noite anterior e de seu encontro com aquele homem, algo nele era diferente do que Rhiannon estava costumada a ver, a intensidade de sua aura provavelmente enquanto descia as escadas, cada degrau rangia com seu peso, na recepção a dona da pensão já se encontrava de pé arrumando as almofadas da recepção improvisada que havia se tornado a sala de estar.

– Bom dia, Meg. –  Cumprimentou a senhora de forma animada e acabou se surpreendendo com isso. Da onde tinha vindo aquele bom humor?
 
– Bom dia, Rhia, parece contente. - comentou a doce mulher.
Em resposta Rhiannon sorriu discretamente e depois se despediu seguindo em direção a porta. Antes de sair olhou escada acima e lembrou-se mais uma vez do homem que chegara de madrugada, ele talvez  estaria hospedado ali ou foi embora após ela ter saído correndo, pensou rapidamente enquanto saia porta a fora.

Pela manhã tinha o hábito de tomar apenas leite com um pouco de café, passou em uma cantina e comprou um copo grande para viagem, foi bebericando o mesmo até a biblioteca, entrou e cumprimentou Lucy a bibliotecária. Como Rhiannon frequentava o local com certa regularidade, a moça na faixa dos seus 25 anos, já não a tratava como novidade ou surpresa, por isso apenas sorriu e retribuiu a gentileza com um aceno.

Seguiu até a sessão de história e procurou livros sobre a história local, depois partiu para a sessão religiosa e de filosofia, para procurar algo sobre Wicca e outras religiões locais. Passou várias horas estudando, até que decidiu ir embora, estava a fim de andar um pouco.    
      
Devolveu alguns livros e pegou outros emprestados. Quando saiu estava tão distraída e empolgada que acabou esbarrando em alguém, os livros se espalharam pelo chão. Os dois se abaixaram para recolherem os livros,  Rhiannon ao olhar para o indivíduo a sua frente ela acabou por se surpreender.

– Você!? – Perguntou espantada ao ver o novo hospede da pensão a sua frente.

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Re: Grã Bretanha

Mensagem por Lucian Daiki em Sab 18 Jul 2015 - 13:16

Os primeiros raios de sol começavam a se levantar rapidamente no céu cinzento, Lucian não havia dormido, estava sem sono, apenas tomou um banho trocou de roupa e saiu para uma corrida matinal, mas não apenas para se exercitar mais conhecer melhor a cidade, enquanto o fazia seu olfato captava odores estranhos.

Mesmo com os cheiros estranhos sua preocupação, ou melhor, seu pensamento estava perdido em meio às lembranças da noite passada da jovem de cabelos negros que havia visto na pensão, como se seu pensamento atraísse um desejo oculto, sem perceber acabou trombando com uma garota a fazendo derrubar seus livros, meio atordoado se abaixou para recolher enquanto ela fazia o mesmo, o movimento simultâneo dos dois, acabou gerando uma colisão de suas cabeças, ele olhou para ela e se surpreendeu ao ver que se tratava da mesma jovem da pensão, ela caiu ainda sem vê-lo.

— Me desculpe... — Disse ele Reunindo os livros para ela e estendendo a mão para ajudá-la, seus olhares se cruzaram quando ela estendeu a mão para ele.

— Você!? — Disse ela em tom que não se sabia se era uma pergunta ou uma afirmação.

— Acabamos nos encontrando de novo... Acho que não fomos devidamente apresentados, me chamo Lucian Daiki, cheguei esta madrugada na pensão, se lembra de mim? — Perguntou Lucian sorrindo gentilmente para ela enquanto lhe entregava todos os livros.

Após se apresentarem começaram a conversar, é o tempo passou sem que se fosse visto, levando com ele a manhã, era impossível não notar a ligação a conexão que parecia haver entre os dois, mesmo que nenhum dos dois reconhecesse isso, o dia passou em um piscar de olhos, e o véu da noite rapidamente cobriu o céu da Grã Bretanha. E com o esconder do sol eram revelados os seres das sombras.

A luz que provinha da cidade agora era produzida artificialmente pela eletricidade, em uma rua isolada e silenciosa caminhava um homem, seus passos ecoavam no chão de pedras, isso após ter deixado seu carro parado a alguns quilômetros atrás, após um tempo de caminhada parou diante a um restaurante, nele adentrou como era um lugar de comercio não necessitava de convite para entrar.

Se locomovendo para a parte mais escura e distante do restaurante em si, parou no bar daquele lugar, se sentou no balcão e pediu uma soda. Enquanto aguardava  alguém, retirou um aparelho do bolso, tocou a tela com hábil destreza, seus olhos haviam visualizados todos dentro daquele lugar, mas mesmo assim não foi capaz de prever ou notar a aproximação de uma sombra em suas costas, antes que pudesse virar, sentiu o toque frio em seu ombro.

— Está ficando mole em Sven... Você anda confiando de mais nestes aparelhos modernos.

Disse o homem com um sotaque estranho, soltando o ombro de Sven e se sentando ao seu lado no balcão, aparentava ser um pouco mais velho por volta de uns quarenta anos, trajava uma calça social, camisa comprida dobrada até o cotovelo, seu cabelo era curto é negro como a noite, seus olhos eram acinzentados.

— Te fiz esperar muito? — Perguntou ele com um sorriso chamando o barman.

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Re: Grã Bretanha

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